Veja como o Actiz LIMS pode transformar seu laboratório

Peça uma demo

5 erros comuns na rotina de laboratórios

Veja como um LIMS evita erros no laboratório, reduz falhas humanas e garante rastreabilidade e qualidade. Leia o blog da Actiz e saiba mais!

A rotina dos laboratórios exige precisão, rastreabilidade e consistência em cada etapa. No entanto, muitas operações ainda dependem de controles manuais, planilhas isoladas e registros que podem variar.

Esse cenário cria um ambiente propenso a falhas que impactam diretamente a qualidade dos resultados, a produtividade da equipe e a conformidade regulatória.

A partir do aumento das demandas, a partir do aumento das demandas, o cumprimento das normativas se torna mais desafiador e esses erros passam a representar custos invisíveis, como retrabalho, atrasos no prazo de entrega, perda de histórico e dificuldade em responder auditorias.

Por isso, compreender onde essas falhas surgem e como preveni-las é fundamental para laboratórios que buscam operar com eficiência e segurança.

Neste artigo, você vai entender os cinco erros mais recorrentes na rotina de laboratórios e como um Sistema de Gerenciamento de Informações Laboratoriais (LIMS) transforma esses pontos críticos em fluxos controlados, rastreáveis e padronizados.

Como organizar processos no Laboratório — canal da Actiz no YouTube.

Quais são os erros mais comuns na rotina de laboratório

1. Registros incompletos ou inconsistentes

Um dos problemas mais frequentes em laboratórios é a ausência de padronização nos registros. Quando diferentes pessoas preenchem informações de maneiras distintas, seja no papel ou em planilhas, surgem inconsistências e campos obrigatórios ficam sem preenchimento, além de ter a possibilidade de dados essenciais se perderem ao longo do processo.

Esse tipo de erro compromete auditorias, dificulta o rastreamento da amostra e aumenta o retrabalho. Podendo gerar variações na forma como os dados são inseridos e prejudicar a reprodutibilidade das análises.

Com um LIMS, todos os registros passam a seguir formulários padronizados, validados automaticamente, garantindo que nenhum dado crítico seja ignorado. A centralização elimina versões paralelas e mantém a informação íntegra desde o recebimento da amostra até a liberação do laudo.

Assista também: Como organizar processos no Laboratório com LIMS

2. Erros de digitação e transcrição de resultados

A transcrição manual ainda é uma das maiores fontes de erros laboratoriais. Copiar resultados de um equipamento para uma planilha, ou de uma planilha para outra, aumenta significativamente a probabilidade de ocorrer um dígito invertido, um valor omitido ou um número digitado incorretamente.

Mesmo pequenos desvios podem gerar impactos críticos, como resultados invalidados, retrabalho, atrasos e até riscos à saúde ou segurança dependendo do setor.

A automação oferecida pelo LIMS elimina essa etapa suscetível ao erro humano. Por meio da integração com equipamentos, os dados são importados diretamente para o sistema, garantindo precisão, agilidade e integridade metrológica.

3. Perda ou extravio de informações ao longo do processo

Arquivos físicos, planilhas isoladas, anotações em cadernos ou documentos salvos em pastas diferentes criam um ambiente de risco. Nessas condições, perder um histórico ou não conseguir localizar uma informação essencial durante uma auditoria é um problema comum.

Esse extravio não apenas atrasa o fluxo, mas pode comprometer a conformidade com normas como ISO 17025, que exige controle absoluto sobre cada etapa do processo.

Um LIMS garante armazenamento seguro e centralizado, com backup automático, histórico completo da amostra e trilha de auditoria que registra quem fez cada ação, quando e em qual etapa. Assim, toda informação permanece disponível e rastreável.

4. Falta de rastreabilidade entre etapas

Quando o controle é distribuído em planilhas ou setores que não se comunicam, torna-se difícil acompanhar o ciclo da amostra do início ao fim. Essa falta de rastreabilidade afeta desde o controle de prazos até a tomada de decisão operacional.

Além disso, sem uma visão integrada, gestores perdem a capacidade de identificar gargalos, avaliar desempenho ou comprovar conformidade em auditorias.

O LIMS conecta todas as etapas, recebimento, análise, validação e liberação, em uma linha única de rastreamento. Isso permite visualizar o status de cada amostra, identificar pendências e garantir que o processo siga o fluxo estabelecido.

5. Retrabalho causado por processos manuais e controles paralelos

Quando cada setor adota seus próprios métodos, formulários ou planilhas, o laboratório se torna dependente de processos fragmentados. Essa falta de uniformidade gera retrabalho repetido, além de duplicação de informações, divergências entre registros e atrasos para consolidar dados.

A padronização oferecida pelo LIMS elimina essas redundâncias. O sistema automatiza verificações, controla fluxos e garante que cada etapa seja executada da mesma forma, independentemente do operador. Como resultado, o laboratório ganha produtividade, reduz erros e entrega resultados com maior consistência.

Onde cada erro se origina, e o controle que o impede

Os cinco erros descritos acima têm uma característica em comum que orienta a solução: nenhum deles é causado por falta de atenção. Todos surgem de um intervalo entre o momento em que algo acontece e o momento em que fica registrado. Quanto maior esse intervalo, maior a chance do erro. A tabela abaixo organiza cada erro pela sua origem real e pelo controle que o elimina, em vez de apenas o detectar depois.

ErroOrigem realControle que previneControle que só detecta
Registro incompletoCampo preenchido depois, fora do contextoCampos obrigatórios no momento da execuçãoConferência posterior de planilha
Erro de digitaçãoTranscrição manual do equipamentoCaptura direta do instrumentoDupla digitação e conferência
Perda de informaçãoDado em arquivo pessoal ou localRegistro único, com backup e acesso por perfilBusca no histórico quando alguém sente falta
Falta de rastreabilidade entre etapasEtapas registradas em sistemas separadosVínculo automático entre amostra, ensaio e resultadoReconstrução manual sob demanda
Retrabalho por processo manualMesma informação inserida mais de uma vezFonte única, consumida pelas demais etapasRevisão cruzada entre setores
A quarta coluna descreve o que a maioria dos laboratórios faz hoje: gasta esforço em detectar o que poderia não acontecer.

A distinção entre as duas últimas colunas tem consequência direta no custo. Controle que detecta consome trabalho de forma permanente e proporcional ao volume: quanto mais amostras, mais conferência. Controle que previne consome esforço na configuração e depois praticamente não escala. É por isso que trocar conferência dupla por captura direta do equipamento costuma render mais que qualquer aumento de rigor no processo manual, e é também o que o guia de integridade de dados em cGMP do FDA reforça ao exigir a preservação do dado original em vez do valor transcrito. A exigência de trilha de auditoria automática do 21 CFR Part 11 segue a mesma lógica: registro que depende de alguém lembrar de gerar não é controle.

Como reduzir erros na rotina laboratorial para garantir qualidade e conformidade

Os erros da rotina laboratorial não são meras falhas operacionais. Eles afetam diretamente a confiabilidade dos resultados, o desempenho da equipe e a capacidade do laboratório de manter sua conformidade regulatória.

Ao centralizar informações, automatizar etapas críticas e fortalecer a rastreabilidade, o Actiz LIMS se torna um aliado essencial para laboratórios que buscam operar com precisão, eficiência e maturidade digital.

Quer saber como reduzir erros no seu laboratório? Solicite uma demonstração do Actiz LIMSe descubra como transformar sua rotina.

Perguntas frequentes

Veja também: Falta de padronização de procedimentos no lab

Veja também: Fluxo de trabalho mal definido no laboratório

Veja também: Sobrecarga de trabalho e falhas operacionais

Quais são os erros mais comuns na rotina de um laboratório?

Cinco concentram a maior parte das ocorrências: registro incompleto ou inconsistente, erro de digitação na transcrição de resultados, perda ou extravio de informação ao longo do processo, falta de rastreabilidade entre as etapas, e retrabalho gerado por processos manuais. O que eles têm em comum é mais revelador que a lista: nenhum decorre de falta de atenção. Todos surgem do intervalo entre o momento em que algo acontece e o momento em que fica registrado, e é esse intervalo que precisa ser atacado.

Qual a diferença entre controle que previne e controle que detecta?

Controle que detecta encontra o erro depois de ele acontecer, como conferência dupla ou revisão cruzada, e consome trabalho de forma permanente e proporcional ao volume. Controle que previne torna o erro impossível ou muito improvável, como campos obrigatórios no momento da execução ou captura direta do equipamento, e consome esforço na configuração sem escalar depois. A maior parte dos laboratórios investe pesado na primeira categoria, que é justamente a que fica mais cara conforme a operação cresce.

Como reduzir erro de digitação de resultados?

Eliminando a digitação, e não aumentando o rigor da conferência. Enquanto o valor é lido no equipamento e digitado por uma pessoa, existe uma probabilidade de erro que nenhuma revisão elimina, apenas reduz, com custo crescente. A captura direta do instrumento resolve a origem: o dado bruto fica preservado e o valor usado na decisão é o mesmo que o equipamento produziu. Onde a integração não é possível de imediato, priorizar os ensaios de maior volume concentra o ganho onde o risco acumulado é maior.

Vale a pena investir em treinamento para reduzir esses erros?

Vale, mas treinamento resolve um tipo de problema diferente do que costuma ser atribuído a ele. Ele é eficaz contra erro de execução técnica, interpretação de método e uso de equipamento. É pouco eficaz contra os cinco erros listados, porque eles decorrem do desenho do fluxo de informação, não do conhecimento de quem executa. Um analista experiente e atento comete erro de transcrição na mesma proporção que um iniciante, porque a origem é o ato de transcrever, não a competência.

Felippe Domingos

Felippe Domingos

Felippe Domingos é engenheiro químico e Co-Fundador da Actiz, empresa que oferece o LIMS mais avançado da América Latina para otimizar a gestão de laboratórios, com foco em eficiência e redução de custos.

Com mais de 200 projetos em setores como farmacêutico, alimentos e petroquímico, Felippe acumulou vasta experiência na implementação de sistemas LIMS. Em 2020, após um pedido de uma indústria de petróleo na Colômbia, fundou a Actiz, uma solução moderna e acessível, especialmente desenvolvida para atender os desafios de laboratórios na América Latina.

Hoje, a Actiz está presente em 4 países, atendendo segmentos como alimentos, biotecnologia e meio ambiente. Felippe compartilha suas ideias sobre automação e digitalização laboratorial no LinkedIn. Conecte-se com ele para saber mais sobre o futuro dos laboratórios com LIMS.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *